Onde o mapa faz a diferença
Com um pouco de paciência, é possível encontrar mapas dentro do Google Maps que exploram as potencialidades desse recurso. Além de uma referência geográfica, os mapas produzidos em ambientes digitais (em especial, no Google Maps) oferecem a chance de se relacionar conteúdo hipermidiático.
A idéia é que vocês explorem essa possibilidade no último exercício do semestre. E aqui vão alguns (bons) exemplos:
O primeiro deles é um roteiro com lugares a serem visitados no Japão. Em cada um dos marcadores, há informações curtas (pequenos textos) com fotos dos lugares.
O autor fez apenas uma compilação de lugares e não determinou um ordenamento específico de onde se deve começar o roteiro. Ainda é possível baixar o arquivo para ver o mapa no Google Earth.
O segundo exemplo é mais elaborado. Cidades Olímpicas trabalha com uma linha temporal, uma seqüência que mostra todas as sedes dos Jogos Olímpicos, sejam eles de Verão - a versão mais conhecida - ou de Inverno.
Além de trabalhar seqüencialmente (que dá um belo efeito no Google Earth), esse mapa apresenta - além de textos curtos que revelam o ano em que ocorreu a Olimpíada naquela cidade - links para sites que aprofundam o conteúdo.
É nessa perspectiva que vocês devem pensar a produção do mapa hipertextual para o último exercício.



[...] a informação a ser apurada precisa ser contada através de referências geográficas. E este ponto faz com que o processo de planejamento (a etapa de hoje) se torne ainda mais [...]