Onde o mapa faz a diferença

Com um pouco de paciência, é possível encontrar mapas dentro do Google Maps que exploram as potencialidades desse recurso. Além de uma referência geográfica, os mapas produzidos em ambientes digitais (em especial, no Google Maps) oferecem a chance de se relacionar conteúdo hipermidiático.

A idéia é que vocês explorem essa possibilidade no último exercício do semestre. E aqui vão alguns (bons) exemplos:

Conheça o Japão em 28 dias

Conheça o Japão em 28 dias

O primeiro deles é um roteiro com lugares a serem visitados no Japão. Em cada um dos marcadores, há informações curtas (pequenos textos) com fotos dos lugares.

O autor fez apenas uma compilação de lugares e não determinou um ordenamento específico de onde se deve começar o roteiro. Ainda é possível baixar o arquivo para ver o mapa no Google Earth.

Cidades Olimpicas

Cidades Olímpicas

O segundo exemplo é mais elaborado. Cidades Olímpicas trabalha com uma linha temporal, uma seqüência que mostra todas as sedes dos Jogos Olímpicos, sejam eles de Verão - a versão mais conhecida - ou de Inverno.

Além de trabalhar seqüencialmente (que dá um belo efeito no Google Earth), esse mapa apresenta - além de textos curtos que revelam o ano em que ocorreu a Olimpíada naquela cidade - links para sites que aprofundam o conteúdo.

É nessa perspectiva que vocês devem pensar a produção do mapa hipertextual para o último exercício.

One Comment on “Onde o mapa faz a diferença”

Hi, Stranger! Leave Your Comment...

Name (required)
Email (required)
Website
Message